RN recebeu do Ministério da Saúde 23 mil máscaras com suspeita de falsificação


O jornal Folha de S. Paulo apurou que o Ministério da Saúde importou e distribuiu máscaras chinesas com suspeita de falsificação e sem eficácia comprovada. O material seria para uso dos profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate ao coronavírus.

A reportagem pode ser lida aqui.

Foram importadas 200 mil máscaras do tipo KN95, com custo total de US$ 340 mil (R$ 1,79 milhão). No entanto, o Ministério afirma que as máscaras não foram compradas, mas sim doadas.

A importação ocorreu em abril do ano passado. Em junho, com o lote já distribuído aos estados, a Anvisa interditou o material por não proporcionar proteção adequada aos profissionais da saúde.

Desde então as máscaras seguem paradas nos estados a espera de um laudo comprobatório sobre sua autenticidade, segurança e eficácia.

No Rio Grande do Norte foram recebidas 23,7 mil máscaras. Parte desse material chegou a ser entregue nos hospitais, mas acabou recolhida com a decisão da Anvisa e segue interditada no estoque.

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